O corpo é o caos.
O corpo está sempre em processo de transformação. Transformações essas que nos fazem refletir sobre quem somos e por qual razão temos a aparência que temos. Ora aceitamos ao ponto de amá-lo como é, ora o rejeitamos de forma enfática. Esta série enfatiza a dualidade com a qual enxergamos nossos corpos: estranheza e aceitação, repúdio e conformismo.
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